Manejo da Peri-Implantite em Área Estética de Paciente com Comprometimento Periodontal: Resultados de Cinco Anos, Incluindo Tomografia Computadorizada de Feixe Cônico


Uma mulher com 59 anos foi encaminhada para tratamento especializado devido
à peri-implantite que afetou quatro implantes na região anterior da maxila.
Na consulta inicial, as profundidades de sondagem eram de até 12 mm com
sangramento/supuração à sondagem e extensa perda óssea peri-implantar. Havia
história de periodontite crônica tratada. O manejo não cirúrgico foi seguido por
cirurgia peri-implantar regenerativa. As profundidades de sondagem peri-implantar
foram reduzidas a um máximo de 5 mm e permaneceram estáveis ao longo do
período de acompanhamento de 5 anos. A tomografia computadorizada de feixe
cônico ao longo dois anos de pós-operatório confirmou a presença de tecido
peri-implantar regenerado e integração com o osso peri-implantar preexistente.