Cirurgia de Levantamento do Seio Maxilar com ChronOS e Enxerto Ósseo Autógeno: Análise de Alterações Histométricas e Volumétricas


O objetivo deste estudo foi comparar a taxa de reabsorção óssea e histometria do ChronOS, um beta fosfato tricálcico (β-TCP) misturado com enxertos de osso autógeno (1:1), com os enxertos ósseos autógenos na cirurgia de levantamento do seio maxilar. Um total de 12 seios maxilares foi enxertado com um enxerto ósseo autógeno (grupo controle) e 9 com ChronOS misturado com um enxerto ósseo autógeno (grupo teste). A tomografia computadorizada de feixe cônico pós-operatória (TCFC) foi usada para mensurar o volume inicial do enxerto após 15 dias (T1), e 6 meses depois outro escaneamento por TCFC foi realizado para avaliar o volume final do enxerto (T2) e determinar a taxa de reabsorção do mesmo. O resultado da reabsorção foi 45,7% ± 18,6% no grupo controle e 38,3% ± 16,6% no grupo teste (P = 0,17); a taxa de formação óssea foi 38,6% ± 10,5% no grupo controle e 25,4% ± 6.4% no grupo teste (P = 0,001). O ChronOS misturado com enxerto ósseo autógeno demonstrou uma taxa de reabsorção similar a do enxerto ósseo autógeno, mas com uma diferença na formação óssea após 6 meses.