Análise de Elementos Finitos em Modelo Tridimensional da Distribuição do Estresse Gerada por Próteses Esplintadas ou não Esplintadas na Reabilitação de Diferentes Alturas Ósseas com Implantes Cone Morse Regulares ou Curtos


O objetivo deste estudo foi comparar o desempenho biomecânico de próteses esplintadas ou não
esplintadas sobre implantes cone morse de comprimento curto ou regular (5 mm e 11 mm, respectivamente)
na área posterior da mandíbula usando análise de elementos finitos. Materiais e Métodos: Os modelos
geométricos tridimensionais de implantes regulares (Ø 4 × 11 mm) e implantes curtos (Ø 4 × 5 mm) foram
colocados em um modelo simulado da mandíbula posterior esquerda que incluiu o primeiro pré-molar e
onde todos os dentes posteriores a este dente foram removidos. Os quatro grupos experimentais foram os
seguintes: grupo regular PE (três implantes regulares foram reabilitados com próteses esplintadas), grupo
regular PNE (três implantes regulares foram reabilitados com próteses não esplintadas), grupo curto PE (três
implantes curtos foram reabilitados com próteses esplintadas), e grupo curto PNE (três implantes curtos
foram reabilitados com próteses não esplintadas). Forças oblíquas foram simuladas em molares (365 N) e
pré-molares (200 N). Foram realizadas análises qualitativas e quantitativas do estresse principal mínimo no
osso com o software ANSYS Workbench, versão 10.0. Resultados: A esplintagem no grupo curto reduziu o
estresse no osso que circundava os implantes e os dentes. A próteses esplintadas ou não esplintadas no
grupo regular resultou em estresses semelhantes. Conclusões: A melhor indicação quando há implantes
curtos é usar esplintagem. O uso de próteses não esplintadas é viável somente quando implantes regulares
estão presentes.