Precisão e segurança na odontologia restauradora: a sinergia de isolamento e ampliação


Presume-se que, presume-se que, desde a sua introdução em 1864, o uso do dique de borracha em múltiplos procedimentos dentários aumentou. No entanto, seu uso não é tão generalizado quanto se poderia esperar. Ainda parece haver muitos obstáculos que impedem os clínicos de adotá-lo como um padrão de cuidados. Além disso, parece muito difícil provar cientificamente o impacto da sua utilização no resultado final de um determinado procedimento. A ideia fundamental de isolar o campo operatório e prevenir a contaminação é simples; a execução prática é mais exigente. Neste artigo, os autores não apenas se concentram nos critérios essenciais para um isolamento previsível, mas também apresentam uma estratégia de isolamento que pode ser traduzida em um procedimento passo a passo. Sugere-se que, adotando essa estratégia, os clínicos possam eliminar os obstáculos mais comuns e otimizar todo o potencial de isolamento, mesmo em situações clínicas extremamente difíceis.